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Na Azzas, a temperatura baixou mas o divórcio segue de pé

Pipeline·17 de junho de 2026·1 min de leitura·Azzas
A Azzas segue em processo de separação entre seus principais acionistas, Alexandre Birman e Roberto Jatahy, após período de conflito societário e administrativo. Com a contratação de bancos para assessoria (BTG, G5 e Itaú BBA), as partes avaliam alternativas para a cisão. Embora exista consenso sobre a necessidade de separação, o processo enfrenta complexidades na definição de valor e na estruturação da operação. Uma possível saída seria a venda das ações de Jatahy a Birman, mas há divergências sobre preço e capacidade financeira pessoal. Alternativamente, estuda-se um formato que permita a saída de Jatahy com algumas marcas. A expectativa é evitar arbitragem e chegar a um acordo negocial. Nos últimos 12 meses, a ação acumulou queda de 58%, e o lucro caiu 67% no primeiro trimestre.

Este resumo foi gerado por inteligência artificial com base na reportagem original.

Leia a reportagem completa no Pipeline

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